É bom saber que você tem um espaço, mesmo que seja você que o tenha criado, mesmo que seja isso: Um mero blog. Eu posso escrever aqui tudo que eu sinto, tudo que eu quero, porque afinal, ele é meu, esse blog é meu! E eu gosto, gosto dessa sensação de colocar as palavras que estão
sempre comigo, em ordem, transformando-as em alguma coisa que me faça bem, que te faça bem, que de alguma forma caia na vida de alguém como se encaixa na minha...Eu quero escrever o que se passa por aqui(yasmin), eu to soltando e segurando ao mesmo tempo o que se passa
presente na minha vida. Eu não quero falar pra alguém certo ou sei lá, na verdade eu não queria falar para o tipo: Pessoa! ..Eu só quero que isso saia de mim, quero me livrar das coisas passadas, dos sentimentos que passaram e não foram vividos da forma que era para ter sido, e eu me sinto mal com isso, me sinto mesmo, porque para mim é uma das coisas que traz a felicidade da raiz, a felicidade que ao mesmo tempo é instantânea e duradoura. Eu posso dizer que eu estou em uma fase da vida que eu quero achar resposta pra tudo e eu estou vendo que isso não tem sentido, não tem lógia, porque não existe!!!!!! Nunca vai existir resposta pra tudo que acontecer na minha, nas nossas vidas, mas eu ainda insisto! (vou parar, vou parar). E eu não sei em qual ciclo que eu estou, mas sei que é o errado, porque a visão que eu tenho de quase todo mundo agora é de falsidade. (usted)Mas ele, ele acertou, ele cutucou onde era o eixo para a mudança. ..Será que tem hora pra tudo na vida? Será que tem vezes que a gente vai só tomar na cara e depois a sorte vem? É a gente que faz a nossa vida? Tudo tem seu caminho? Se sim.. Queria saber porque o meu tá tortuoso!
segunda-feira, 26 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
o que me faz ser assim?
Agonia de não saber...
ocupando espaço e ao mesmo tempo
fazendo todo o espaço ser vazio
isso que digo é para mim, meu vazio
meu espaço, meu sentimento,
minha vida e minha mente!
andei procurando,
sobre todas as coisas do mundo,
algo que me tire do chão...
Confesso que até o tentei sozinha,
coloquei o sapato para não pisar na sujeira
mas ainda sim as camadas se encostavam...
eu espero com a maior das alegrias a chegada de uma boa nova.
ocupando espaço e ao mesmo tempo
fazendo todo o espaço ser vazio
isso que digo é para mim, meu vazio
meu espaço, meu sentimento,
minha vida e minha mente!
andei procurando,
sobre todas as coisas do mundo,
algo que me tire do chão...
Confesso que até o tentei sozinha,
coloquei o sapato para não pisar na sujeira
mas ainda sim as camadas se encostavam...
eu espero com a maior das alegrias a chegada de uma boa nova.
terça-feira, 20 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Muitos dizem que é nóis, mas quando é pra aparecer
só se for pelos panos, não transparece, não sucede
e nem entende o que se procede.
Fala que tem sentimento,
mas se aparecer oportunidade
o dito cujo vira ressentimento
Tão sempre por ai, pra bota as pedra nu caminho
e eu digo obrigado, cê tá ajudando a me fortalecer
pra quando eu ve tu caindo saber fazer valer
o significado de perdão!
só se for pelos panos, não transparece, não sucede
e nem entende o que se procede.
Fala que tem sentimento,
mas se aparecer oportunidade
o dito cujo vira ressentimento
Tão sempre por ai, pra bota as pedra nu caminho
e eu digo obrigado, cê tá ajudando a me fortalecer
pra quando eu ve tu caindo saber fazer valer
o significado de perdão!
Levando..
Eu não consigo abrir meus olhos diante desse mundo,
sempre quando tento algo forte os faz fechar novamente
e eu vo seguindo cega perante as coisas que deve ter
não só os olhos abertos, mas principalmente os olhos da alma,
porque são esses que acham a essência necessária
Mas eu muito vejo, pouco olho... Muito sinto!
sempre quando tento algo forte os faz fechar novamente
e eu vo seguindo cega perante as coisas que deve ter
não só os olhos abertos, mas principalmente os olhos da alma,
porque são esses que acham a essência necessária
Mas eu muito vejo, pouco olho... Muito sinto!
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Ensaio sobre a cegueira.
Trezentos e doze era o número que a esperava, é aqui. bateu discretamente à porta, dez minutos depois estava nua, aos quinze gemia, aos dezoito sussurrava palavras de amor que já não tinha necessidade de fingir, aos vinte começava a perder a cabeça, aos vinte e um sentiu que o corpo se lhe despedaçava de prazer, aos vinte e dois gritou. Agora, agora, e quando recuperou a consciência disse, exausta e feliz: "Ainda vejo tudo branco.."
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